Fator: Pessoas

Updates e otras cositas



São 04:35 da manhã do meu primeiro dia de folga desde que eu comecei a trabalhar. Fazia tanto tempo que eu não desfrutava da brisa fresca da madrugada, do silêncio, e da claridade de pensamentos que ficar acordada essa hora traz. A melhor parte é que está chovendo, e as árvores estão fazendo aquele farfalhar gostoso, sabe? Bom pra se enrolar numa manta com um chazinho na mão.

Mas, claro que apesar de estar de folga, estou trabalhando, aproveitando pra colocar alguns freelas em dia, afinal é preciso aproveitar as oportunidades.

Aliás trabalhar fora é uma das coisas que não imaginei que faria tão cedo!
Achei que seria mãe e dona de casa 24/7 enquanto terminava minha faculdade e sairia direto para meu primeiro estágio ou algo assim.

Mas a vida tem dessas, te surpreende de maneiras realmente inesperadas, em todos os aspectos.
E eu sempre encaro mudanças como coisas boas, mesmo quando as experiências são ruins, de alguma forma tiro uma lição de cada uma delas.

Diferente dos meus outros empregos, esse eu decidi que não mudaria nada em mim mesma para ser aceita pelos meus colegas, ou pelo meu chefe. Decidi que seria eu mesma, e se isso me rendesse uma demissão antes do fim do período de experiência, so be it. Porque eu cheguei a um ponto da minha vida, onde não vivo mais para agradar ninguém, ou as pessoas gostam de mim e me aceitam como sou, ou elas podem procurar uma pessoa que lhes agrade. Respeito muito todo mundo e trato a todos igual, sem distinção de cargo. 

Até porque quando se tem o hábito de respeitar as pessoas independente da escala hierárquica, fica fácil tratar o colega tão bem quanto trataria o chefe.

E assim foi, e está sendo. O período de experiência está chegando ao fim, e para minha alegria, sendo eu mesma, sem máscaras, as pessoas genuinamente gostam de mim, a ponto da empresa adotar novas políticas de relacionamento e ouvir as ideias que eu trouxe de São Paulo comigo. Me senti amada, e muito bem vinda.

Parece bobagem, mas quando você passa a vida tentando atingir as expectativas alheias em ordem de manter um emprego, em nome da competitividade e da empregabilidade, isso é realmente satisfatório.

Até porque relacionamentos humanos são difíceis. Tão difíceis que chegam a ser incompreensíveis sob certos aspectos, ao menos para mim.

Por causa da complexidade e da incompreensibilidade dos relacionamentos humanos que eu tive durante toda a minha vida, é que eu desenvolvi uma certa curiosidade com relação a teorias psicológicas.
Uma que eu sempre menciono por aqui, e nas minhas redes sociais é o MBTI, mas também me interesso sobre tópicos que falam de auto estima, narcisismo, carência, depressão, o impacto da religião na personalidade e complexo de inferioridade.

O que leva as pessoas a serem como são? é possível mudar? qual a aceitação das pessoas com relação a mudanças? humildade tem a ver com religião? complexo de diva tem a ver com baixa auto estima? encontrar unicórnios em cabeças de cavalos ou se ofender com qualquer coisa, é um traço de pessoas carentes?
Porque existem os extremos? O que são os extremos? 

Um exemplo de 8 ou 80 na minha concepção são aquelas pessoas que são racionais e lógicas, e para tudo tem de ter uma explicação linear, se não faz sentido, não existe. No MBTI talvez atribuiriam esse tipo de comportamento a um INTJ, isso de forma rasa, pois outros tipos podem ser assim também.

Já a outra ponta do iceberg são aquelas pessoas que são verdadeiras bombas emocionais prestes a explodir, guardam tudo para si, mas ao menor sinal de conflito de ideias ou valores, saem batendo pezinhos deixando um rastro de pontos de interrogação por onde passam, como os INFPs/ENFPs, por exemplo.

Embora esses estereótipos não podem ser considerado regras, pois para cada regra há sua exceção, saber o seu próprio tipo pode economizar muitas frustrações e amenizar a tendência de criar expectativas. Ao menos comigo foi assim.

Como INFJ, eu prezo pelo equilíbrio. Nem muito racional, nem muito emocional.
Principalmente o emocional, tenho verdadeiro horror a pessoas dramáticas!
Sabe aquele tipo que a gente precisa ficar pisando em ovos, cuidando de cada palavra que falamos ou escrevemos, porque pode ser usado contra nós quando a frustração delas bater?

Eu sofri com isso muito antes de conhecer o MBTI.

Durante 14 anos da minha vida tive que lidar com uma bomba relógio. Ora estava alegre, engolindo todos os sapos e fazendo piada a respeito, ora se enfezava ~ out of nowhere ~ e jogava na minha cara coisas que já nem me lembrava mais ou tudo o que eu deixei de notar, distorcendo fatos e reproduzindo diálogos que não existiram, ou de pouca importância.

Um verdadeiro gaslighting, porque eu cheguei a pensar que realmente o problema era eu. Esse é um comportamento típico de uma personalidade narcisista com complexo de inferioridade, mas esse é um tópico para outro post, por se tratar de um tema super complexo. De qualquer forma, vale a pena pesquisar a respeito.
Muitos relacionamentos abusivos acontecem porque uma das partes tem problemas com carência e inferioridade, e se tornam narcisistas.
Detalhe, uma pessoa narcisista, não sabe que é narcisista.

Bom, voltando, um dia, cansada dos extremos emocionais, dei um basta. Não me importou tudo o que eu iria perder com o fim do relacionamento, apenas queria me livrar daquele desequilíbrio em forma de gente.

Ele era ENFP.

Como empata, eu tentava entender, e achava que o problema estava no background dele, que de fato era triste e traumático, e não em um estereótipo de um estudo que muitos dizem não ter base científica.

Isso foi até que conheci outra pessoa com o mesmo MBTI, a diferença estava na introversão em vez da extroversão.
Tudo ia bem (ao menos aparentemente), e de repente BAM! A bomba explodiu e eu fiquei sem entender absolutamente nada! @_@

A minha intuição dizia pra eu ficar na minha, mas eu não resisti (culpa da NiFe), e fiquei dando corda. Já no início como é de costume, comecei com o pé atrás, mas com o tempo, acabei contando detalhes pessoais, e percebi que essa pessoa tinha uma atitude digamos, hummm... diferente. Era desconfiada, reservada e raramente mencionava meu nome, mas queria saber tudo que eu tinha pra contar. 

Isso me intrigava mais ainda, sabe como é INFJ, tudo se torna objeto de estudo, então quanto mais ela omitia, mais eu falava.

Foi surreal assistir como de um dia para o outro eu passei da neutralidade para ~ amiga ~ e do nada para inimiga, bizarro!
Então tá bom então né?

Claro que a ficha uma hora caiu e acabou sendo mais um estudo concluído com sucesso, sabe como é, INFJs simplesmente sabem.

O interessante é que aquela tinha sido última chance que dei a mim mesma de provar que a esta altura do campeonato, não dá mesmo pra ter uma conexão profunda de amizade com alguém que eu não conheça pessoalmente (salvo algumas exceções oriundas do World of Wacraft, que já duram 10 anos, que eu guardo no coração, por serem pessoas genuinamente sensacionais), e mesmo assim olhe lá. Afinal, com a volatilidade e efemeridade das relações humanas, a tendência das pessoas, principalmente aquelas que passam mais tempo conectados que desconectados, é apenas se relacionar com quem pense igual, que tenha os mesmos valores e opiniões e não há nada de errado com isso, pois é uma questão de auto preservação.

Percebi também que estereótipos de MBTI sim existem, e que agora quando eu encontrar um INFP ou ENFP eu preciso correr, correr o mais longe que eu puder, porque essa história que INFJ é o match perfeito deles é conversa pra boi dormir, pelo menos no meu caso 😅


E é isso, não posso deixar de dizer o quanto estou feliz com o rumo que as coisas estão tomando aqui fora. Que desconectar é muito bom, que amplia nossa visão e nos faz crescer em todos os aspectos. principalmente no que diz respeito a coisas que não enobrecem, que não edificam, a gente acaba ficando alheio a essas coisa e passa a valorizar nosso tempo, em casa, com a família.

Ah! Preciso mencionar antes de terminar esse post, que meu curso de técnica vocal vai começar sábado e eu estou empolgadíssima! (rumo a quadrupla jornada!)

Lets keep it busy ♥





Blog

Passei dos 30, e daí?!



Hoje aconteceu-me algo no mínimo engraçado, pra não dizer revoltante, e eu queria dividir aqui com vocês.
Vou começar do começo:

Há mais ou menos 7 anos que trabalho com Design Gráfico. A princípio caí totalmente de pára quedas, mas descobriram que eu tinha talento para a coisa, e acabei abandonando uma carreira de 6 anos no ramo do Rádio e TV para me dedicar a algo que eu estava começando a gostar imensamente.

Quando isso aconteceu eu tinha por volta de 25 anos de idade, e como na época não tinha formação alguma, comecei a estudar e a fazer diversos cursos complementares para tirar o "atraso" e absorver a maior quantidade possível de conteúdo.

Na época, meu chefe era um moço de aproximadamente 22 anos, que se gabava por ter saído da faculdade direto para uma agência e que em menos de 1 ano se tornara diretor de arte. Ele agora ocupava o mesmo cargo no setor criativo da empresa onde eu trabalhava, sendo aquele seu segundo emprego.

Comigo trabalhavam mais dois mocinhos, um tinha 21 anos e era designer recém formado em uma faculdade de prestígio de São Paulo e o outro que estudava cinema, tinha por volta de 19 anos de idade. Ambos eram, hierarquicamente, meus superiores.

Então lá estava eu: mãe, no auge dos meus 25 pra 26 anos, com uma bagagem de 6 anos de profissão em mídia televisiva (produtora, editora de vídeo, operadora de VT e caracteres, assistente de palco e camerawoman), e mais de 9 anos trabalhando em outras áreas (antes de embarcar no Design eu já havia trabalhado como secretária, office girl, balconista, recepcionista, analista de qualidade, analista de help desk bilingue, redatora e assistente de comunicação) tendo que dizer sim senhor para 3 meninos solteiros que estavam praticamente trabalhando em seu primeiro emprego de verdade.

Fiquei quase três anos nesse emprego tentando superar todos os obstáculos, fazendo vista grossa para a forma como me tratavam e para a imaturidade típica da idade, para que eu pudesse absorver o máximo de conhecimento e experiência.

Mas eu era assistente de arte, e assim me tratavam. O salário era o menor, os jobs eram os que requeriam o menor esforço possível, ou às vezes eu até pegava alguma coisa interessante, mas com deadline apertadíssimo porque o designer principal havia procrastinado e finalmente rejeitado a peça, logo, eu não tinha tempo para aplicar qualquer detalhe que me fizesse demorar mais que algumas horas ou no máximo, um dia. Nada desafiador.

Na maior parte do tempo eu ficava sem nada para fazer, e por sentar na pior mesa, tudo que eu fazia era assistido por mais 4 pessoas, o que para uma introvertida já é péssimo, afinal sem privacidade = ansiedade = stress = trabalho meia boca. Mas aguentei firme, precisava daquilo, não só pela experiência, mas pelo salário, afinal eu tinha um filho pra sustentar.

Anos se passaram e nunca consegui emprego como designer, apenas como assistente. Hoje aos 32 anos de idade, não consigo mais exercer.

E o que isso tudo tem a ver com o que aconteceu hoje?

Bem, faço parte de um grupo no Facebook de designers que possuem portfólios em um dos maiores sites de referência na área. E é notória a falta de participação ativa de mulheres por lá, das quais eu me incluo, pois fico apenas olhando e nunca posto nada.

Não é por nada em particular, se trata de preguiça mesmo.

Então em um post promovido por uma mocinha, ela faz uma série de questionamentos especificamente para a parcela feminina do grupo e quais os preconceitos que já sofreram em nossa área para fins de pesquisa para um artigo que estava escrevendo.

Vi os primeiros relatos das meninas, que aparentavam ter seus 21-24 no máximo, dizendo que sofriam pelo machismo, pelo baixo salário, falta de reconhecimento, etc.
Cada post recebia curtidas em peso, e a moça lá coletando todos os depoimentos.

E diante de tudo aquilo, me lembrei do que realmente me incomodava e senti que deveria fazer minha contribuição.

Acontece que nesse ramo de design gráfico e publicidade, com o crescente número de profissionais saindo da faculdade cheios de criatividade e energia para trabalhar nesse sem fim de agências descoladas com horários loucos, já não há mais espaço para os desempregados da área que passaram dos 30. 

Soma-se a isso, a desvantagem de ser mulher e de ter "marido e filhos", pois na concepção deles, talvez eu tivesse que faltar um dia por alguma emergência com as crianças, ou quiçá, levando para outro extremo, pois na cabeça da maioria os 30 são considerados a idade fértil da mulher, quando a maternidade fala mais alto, e eu poderia engravidar novamente atrapalhando assim a fila de jobs e o andamento das coisas.

Ou seja, uma mulher de 32, raramente serve para uma área onde a geração Y domina.

Sendo assim, eu que deveria me sentir poderosa na minha terceira década de vida, me sinto na estaca zero. Como se tivesse acabado de sair da escola sem saber que rumo tomar.

Tive ainda mais certeza disso nos últimos três meses. Fui indicada para duas vagas que, segundo quem me indicou, eu tinha quase que 100% de chance de ser chamada, afinal eu tinha um currículo muito bom, além de ser trilíngue, o que por si só já uma grande coisa hoje em dia.

E eu fiquei super animada, óbvio, afinal eu precisava trabalhar e o fato de ser um "QI" aumentava minhas chances. Todas as vagas as quais fui indicada no passado, me renderam o emprego, eu estava confiante.

O tempo passou e não recebi retorno. Pensei numa série de motivos, tentando acalmar minha ansiedade, mas eu estava lidando com o óbvio: minha idade era o problema.

Nossa Flávia que exagero! não, mesmo. Soube que a falta de retorno se dava ao fato que os empregadores deram preferência a meninas mais novas e solteiras, com muito menos bagagem profissional em relação a mim.

Expressei minha frustração com isso no meu post, e como eu já esperava, ele não serviu para o artigo da moça. Acredito que nenhuma delas tenha presenciado, parado para pensar nisso, ou pensam que um dia lhes vá acontecer.

Aliás, jovem não pensa no futuro. Dificilmente quando alguém com 19-20 começa em um primeiro emprego, abre uma previdência privada, ou junta a maior parte do salário para garantir um apê quando chegar a minha idade. Não, a maioria gasta tudo em brusinhas, barzinhos, sapatos, shows ou artigos da moda.

Os relatos que renderam participação no artigo foram os que falavam de assédio, machismo, misoginia e mais tantas outras expressões comuns às redes sociais.

Percebi um preconceito que ninguém dá bola, que ninguém comenta, que as próprias meninas que relatavam preconceito vindo de homens, também tiveram comigo. Eu passei dos 30 sim, tenho mais de um filho, sim, mas eu não sou tia de ninguém, muito menos inútil e menos criativa.

Pelo contrário, a rejeição das vagas em potencial, por mais triste que me fizeram sentir, apenas me encorajaram a me reinventar, me requalificar. De reafirmar como sou criativa e que meu lado Cama[leoa] anda mais forte e mais desenvolvido do que nunca.

Esse culto a juventude existe desde sempre, mas não é isso que pode nos impedir de fazer o que gostamos.

Talvez design gráfico em agência não seja mais algo que eu vá perseguir, mas esse conhecimento que eu trago não vai morrer comigo, por isso estudo para me tornar professora. Não existe idade para transmitir conhecimento, e quem sabe um dia, não serei eu ensinando artes para os filhos delas, que se tornarão os designers de amanhã?!


Culinária

Low Carb - Curiosidades


Olá Pessoal!

Tenho participado ativamente de grupos do Facebook, onde pessoas bem mais experientes que eu tem compartilhado ideias, e experiências sobre o Low carb, meu novo estilo de alimentação que compartilhei nesse post. E olha, esse assunto é vasto e super abrangente, todos os dias aprendo algo novo! 

Para começar, fiz uma lista de três coisas que aprendi com a Low Carb até agora:

1 - Não é uma dieta
Isso mesmo, apesar de muitas pessoas (eu inclusive) começar a adotar esse estilo de alimentação com o objetivo de perder peso, ela não é prioritariamente uma dieta, é um estilo de vida. Até porque os níveis de consumo de carboidratos variam de acordo com o objetivo a ser alcançado. O objetivo principal é eliminar o máximo possível de produtos industrializados da nossa despensa e geladeira, e substituir por alimentos de origem natural, seja animal ou vegetal.
Não é zero carb, mas sim baixo consumo de carboidrato, oriundos dos alimentos naturais.

2 - LCHF- Low Carb High Fat - Paleo
Essa sigla em inglês resume o que é a low carb: poucos carboidratos (low carb), bastante gordura (high fat) de origem natural. E o paleo é porque está associada a como os homens antes de nós, os paleolíticos, se alimentavam, apenas com os frutos das suas caçadas e do cultivo da terra.
O "High Fat" é porque a gordura que sempre foi vista como vilã do organismo, muito associada ao alto colesterol, perdeu o status de "perigosa" com a Low Carb. Pesquisas recentes demonstraram que tudo que aprendemos sobre a gordura, não é bem a realidade. Na verdade a gordura natural proveniente de animais, frutas e oleaginosas são nossas aliadas principalmente quando o assunto é emagrecer rápido. Mas também não quer dizer que a gente vai se entupir de gordura! Equilibrio é a chave, a preferência é sempre por vegetais, as gorduras são a exceção.

3 - Comer apenas quando tem fome
A low carb derruba o mito que para emagrecer com saúde devemos comer de 3 em 3 horas mesmo que não sintamos fome.
O que na verdade, é um pensamento surreal, porque se consumimos uma quantidade alta de produtos dietéticos e carboidratos sempre vamos estar com fome, é um ciclo que não acaba nunca! O resultado dessa ideia de dieta arcaica é a frustração por não atingir os objetivos de emagrecimento e saúde, não poder comer nada gostoso e ainda viver com fome.

Basicamente é isso, óbvio que tem muito mais, e por isso quero recomendar dois blogs que tenho lido e tem me ajudado muito a continuar na linha, pois esses dois médicos tem sido referência na área:

Blog do Dr. Souto (basicamente o queridinho dos adeptos ao LC Paleo)
Site do Dr Juliano Pimentel (o queridinho da LC e do Jejum Intermitente)

Sites com muitas receitas Low Carb:

Izabelle Coe
Menos Carboidrato Mais Gordura

O grupo do Facebook para mais informações e troca de receitas:
Receitas Low Carb

E finalmente meu painel do Pinterest onde aos poucos estou juntando receitinhas, para quem quiser acompanhar:

Meu Painel Low Carb no Pinterest

♥


Blog

Mudanças Práticas



Eu sou meio metódica, sabe?!
Quando quero começar algo, não consigo retomar algo que já existia e apenas dar uma ajeitada para receber conteúdo novo, preciso começar do zero.

Isso é em quase tudo que esteja sob meu controle. Foi assim com o blog, com livros, hábitos, etc.
Então, ano passado foi um ano cachorro pra mim. Sim, cachorro, daqueles bem vira latas, pulguento e maltratado. Sem exageros, foi tanta coisa que tirou minha paz que não está no gibi. 

Daí eu resolvi chutar o balde. Quem me conhece sabe que quando alguma situação não me agrada ou me cansa, e se as circunstâncias me permitem, eu sumo, me fecho. Fecho a porta e só ouve falar de mim, quem procurar por mim.

E foi o que eu fiz, e sinceramente, foi a melhor coisa. 

Não é nada demais não, só um desabafo aleatório mesmo.

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